segunda-feira, 12 de outubro de 2015

Em Caruaru: Militantes do movimento LGBT da Mata Norte participam do 1º Encontro Estadual de Pessoas Trans

Na última segunda-feira (05), Caruaru sediou o V Encontro Estadual de Pessoas Travestis e Transexuais, iniciado no dia 03 e realizado na Câmara Municipal. O encontro, promovido pela Articulação e Movimento para Travestis e Transexuais de Pernambuco (Amotrans-PE), com apoio da Secretaria Especial da Mulher e Direitos Humanos de Caruaru e da Secretaria Estadual de Desenvolvimento Social, Criança e Juventude, teve como objetivo promover debates sobre temas relacionados aos direitos das pessoas transexuais para ajudar na construção do Estatuto das Pessoas Trans. Entre as rodas de diálogos foram abordadas questões como os avanços do Programa de DST/HIV/AIDS e Hepatites Virais, transfobia e riscos e benefícios da hormonoterapia.

As goianenses Tarcila Guilbert e Joyce Pamela, do Grupo LGBT Liberdade e apoiadas pelo presidente Ozeias Figueiredo, da Associação LGBT Mata Norte, destacaram a construção do Estatuto das Pessoas Trans. "A partir do momento em que o estatuto vira lei, a população trans tem onde exigir direitos. Lá estarão todas as garantias ligadas a todas as estruturas: social, educacional e política, além da experiência adquirida no encontro, para montarmos ativismo na região da Zona da Mata Norte", ressaltou Tarcila.

As deputadas estaduais Teresa Leitão (PT) e Priscila Krause (DEM), também presentes no encontro, receberam da presidente da Amotrans, Chopelly Santos, o “Troféu Monique Rodrigues” pela defesa dos direitos humanos. “Essa audiência veio para legitimar todo um processo de construção, de política de inclusão da população trans e de reconhecimento da cidadania LGBT, da cidadania trans. Então é fundamental que essa coisas aconteçam para a gente começar a criar uma cultura de tolerância, de paz e de cidadania plena. Não existe um meio cidadão, cidadão de primeira, segunda e terceira categoria, todas as pessoas tem que serem reconhecidas pelos seus direitos políticos e essa é uma população, é um segmento que historicamente vem sendo agredido nesse seus direitos. A Câmara Municipal aqui está de parabéns por ter acolhido esse evento”, disse Priscila Krause.

1 Comentários:

Unknown disse...

Uma influência de plena negatividade para as futuras gerações,moralmente e de bons costumes falando....
Não á visão de que o ativismo gay é uma coisa natural, mas é uma coisa comportamental,uma escolha, e por isso é uma minoria que faz parte desse tipo de manifestação...

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