Preocupadas com o nível de instabilidade causado pela invasão constante de terras produtivas na região do novo polo de desenvolvimento de Goiana, cerca de 30 empresas instaladas na cidade elaboraram documento solicitando do Governo de Pernambuco providências no sentido de garantir a segurança da região, uma vez que a situação atual já começa a ameaçar os novos empreendimentos que pretendem se instalar na área, além de prejudicar os negócios já em operação.
O abaixo-assinado foi uma inciativa da Usina Maravilhas, que teve parte de suas terras invadidas no ano passado. A empresa está finalizando um projeto imobiliário que prevê a criação de distritos industriais, áreas destinadas a empresas de logística, hotéis e bairros planejados. “De certa maneira as invasões terminam paralisando os projetos e a atração das novas empresas, pois não podemos oferecer as áreas se elas estiverem ocupadas. Esta situação compromete o desenvolvimento do polo como um todo”, disse o diretor da Usina Maravilhas, Fernando Queiroz Filho.
A iniciativa da Usina contou de imediato com o apoio da Associação das Empresas de Goiana (AEG), fornecedores de cana e outros empresários, prejudicados com as invasões, bloqueios de estradas e outras ações que vêm sendo praticadas pelos invasores.
Como consequência inicial das invasões, até o momento, cerca de 300 trabalhadores encontram-se desempregados em função da paralisação de atividades como o plantio da cana, a extração de areia, entre outras. O documento será entregue ao Governo do Estado no próximo dia 20.
Assessoria de Imprensa da Usina Maravilhas














1 Comentários:
PRIMEIRO NAUM FOI INVASÃO E SIM OCUPAÇÃO, UMA VEZ QUE SUAS TERRAS ENCONTRAVAM IMPRODUTIVAS E FALIDAS."DEVENDO A SEUS FUNCIONARIOS", OU JÁ ESQUEÇEREM DA NOVELA QUE SE ARRASTOU POR MESSES PARA PAGAMENTOS DOS SALARIOS DOS FUNCIONARIOS FAMILIAS INTEIRAS DESEMPREGADAS MUITAS MAIS DE QUE 300 COMO FOI CITADA...
O MODO PRODUÇÃO DA CANA DE AÇUCAR É INVIAVEL QUANDO É DESATRELADO AO TRABALHO QUASE ESCRAVO COMO JÁ FOI CITADO POR GRANDES PESQUISADORES....
"O trabalhador rural da cana-de-açúcar permaneceu ligado à terra, arando-a e cultivando-a quase nos mesmos moldes escravistas, ou seja, trabalhando em extensas jornadas e sem equipamentos de proteção individual adequados. Autoriza-se o uso da palavra escravo para definir o tipo de trabalho realizado pelos cortadores de cana-de-açúcar, porquanto, segundo o Dicionário do Pensamento Marxista, “como o escravo é o tipo mais conhecido e mais dramático de trabalhador não-livre, acreditou-se geralmente que fosse também o mais comum; daí o uso metafórico, nas línguas ocidentais, das palavras “escravo”, “escravidão”, “escravizado”, em contextos não relacionados necessariamente com o trabalho desde o grego antigo”. É preciso ter em mente que, para reconhecer o modo de produção escravista, ainda que seja como metáfora, o critério é o quanto a elite depende desses trabalhadores para assegurar sua riqueza. Ressalte-se a peculiaridade do trabalho rural que habitualmente requer que o empregado more no próprio emprego, desenvolvendo um relacionamento familiar com o empregador, tornando-se afinal um agregado ao local de trabalho, ali constituindo e criando sua família. Estes envolvimentos entre os empregados e os fazendeiros provocavam a permanente fixação do trabalhador rural nas propriedades e, por isso, justificavam os longos períodos não sujeitos à prescrição, o que, no entender do legislador, era mais justo para os trabalhadores rurais. "
ESSAS OCUPAÇÕES PROPOEM UMA reforma agrária se insere como parte dos anseios da classe trabalhadora brasileira de construir uma nova sociedade: igualitária, solidária, humanista e ecologicamente sustentável. Desta forma, as propostas de medidas necessárias fazem parte de um amplo processo de mudanças na sociedade e, fundamentalmente, da alteração da atual estrutura de organização da produção e da relação do ser humano e natureza. De maneiras que, todo processo de organização e desenvolvimento da produção no campo aponte para a superação da exploração,da dominação política e da alienação ideológica e da destruição da natureza. Buscando valorizar e garantir trabalho a todas as pessoas como condição à emancipação humana e à construção da dignidade e da igualdade entre as pessoas e no restabelecimento de relações harmônicas do ser humano com a natureza .....A terra e os bens da natureza são acima de tudo, um patrimônio dos povos que habitam cada território, e devem estar a serviço do desenvolvimento da humanidade. Democratizar o acesso a terra, aos bens da natureza e aos meios de produção na agricultura a todos os que querem nela viver e trabalhar. A propriedade, posse e uso da terra e dos bens da natureza devem estar subordinados aos interesses gerais do povo brasileiro, para atender as necessidades de toda população.
AGORA O SISTEMA DE PRODUÇÃO FALIDA DA CANA DE AÇUCAR DAR LUGAR A ESPECULAÇÃO IMOBILIARIA.... E POLO INDUSTRIAL....
E ONDES ESSAS FAMILIAS DE AGRICULTORES DACANA DE AÇUCAR SE ENCAIXAM NESSE PROCESSO... NAS PERIFERIAS DA CIDADES O RESTO NEN PRECISO FALAR.....
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