segunda-feira, 25 de janeiro de 2016

Goiana: Tartaruga foi encontrada morta em Ponta de Pedras

Animal só será removido nesta segunda-feira

Uma tartaruga morta foi encontrada na tarde deste domingo (24) na praia de Ponta de Pedras, no município de Goiana, na Mata Norte de Pernambuco. Moradores contaram que o animal já chegou sem vida à orla, por volta das 16h30. Com mais de um metro de extensão, ele permanece na areia, mas deve ser resgatada na segunda-feira (25).

“Ela apareceu boiando e depois encalhou aqui. Chamamos a Prefeitura e eles disseram que vêm amanhã com o Projeto Tamar para averiguar a causa da morte”, contou o morador e blogueiro Álvaro Mello. De acordo com o técnico em meio ambiente e voluntário do Projeto Tamar Alexandre Artoni, o animal será medido e examinado nesta segunda. Depois, será enterrado na própria praia.

Artoni contou ainda que esta é a nona tartaruga morta que aparece na orla pernambucana só em janeiro. Só nesta última semana, foram três. Além das praias de Ponta de Pedras e Carne de Vaca, em Goiana, elas apareceram em Maria Farinha, Mangue Seco, Janga, Olinda e Candeias.

“São todas fêmeas e da espécie Verde. Elas estão em período de desova. Por isso, têm vindo mais à orla. Só que o risco de acidentes é grande”, explicou, ressaltando que esta espécie está em extinção. Ele ainda disse que as causas da morte são variadas, mas normalmente se tratam de acidentes com embarcações, resíduos plásticos e redes de pesca.

DESOVA

O período de desova das tartarugas verdes vai de setembro a março. No litoral pernambucano, a maior parte dos pontos de postura fica nas praias de Jaboatão dos Guararapes e do Paulista. Só Jaboatão ampliou o número de pontos de desova de 63 para 173 após a engorda da orla. Mas, neste ano, só duas desovas foram registradas pelo Tamar: uma no Janga e outra em Piedade. Os ovos estão sendo monitorados e devem eclodir entre abril e maio.
Fonte: FolhaPE

1 Comentários:

Ítalo Tavares Tavares disse...

Tartaruga aruanã ou verde.

Esses repteis aquáticos podem atingir mais de 150 cm de cumprimento curvatura de carapaça e a média de 177 kg, sua dieta varia consideravelmente durante o ciclo de vida: enquanto filhote é uma espécie onívora com tendencias carnívoras tornando-se basicamente herbívoras a partir dos 40 cm de casco. gostam das águas costeiras com muita vegetação (áreas de forrageiro) ilhas ou baias onde estão protegidas, sendo raramente avistadas em auto mar.

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