sexta-feira, 10 de abril de 2015

Economia: Desenvolvimento de Goiana em foco no III Fórum Empresarial

Promovido pelo Instituto Fecomércio, o encontro contou com a presença do ministro Armando Monteiro Neto

Goiana tem ganhado destaque pela implantação de grandes conglomerados empresariais. Para dar andamento ao diálogo sobre o processo de desenvolvimento da região, a Federação do Comércio de Bens, Serviços e Turismo do Estado de Pernambuco (Fecomércio PE), por meio do Instituto Fecomércio, promoveu o III Fórum Empresarial do Polo de Goiana e entorno – Diretrizes 2015, nesta sexta-feira (10), no Sesc Ler Goiana. O fórum, uma continuidade da atuação do Sistema no debate de temas relacionados ao segmento do comércio de bens, serviços e turismo na região, contou com a presença do ministro Armando Monteiro Neto, a economista Tânia Bacelar, o Diretor Superintendente do Sebrae Pernambuco Oswaldo Ramos Sebrae, Adaulto Duarte, diretor de recursos humanos do polo automotivo Jeep, representantes do Senac e Fiepe.

Estudo – O Sistema Fecomércio, através da Ceplan, realizou estudo sobre os aspectos relativos aos novos investimentos. “Nosso objetivo é viabilizar o aproveitamento das oportunidades para uma maior inserção das empresas pernambucanas nas cadeias produtivas que chegam ao Estado. Goiana antes tinha uma fábrica de tecido e suas usinas. O cenário econômico é outro. Precisamos aproveitar as oportunidades e as pessoas precisam mudar suas visões ou partirem para outras atividades. É preciso se modernizar”, destacou Josias Albuquerque.

A pesquisa, que abrangeu 14 municípios de Pernambuco, situados em um raio de 60 quilômetros de Goiana, contemplando Abreu e Lima, Paulista, Aliança, Araçoiaba, Camutanga, Condado, Ferreiros, Igarassu, Itaquitinga, Itambé, Itapissuma, Itamaracá e Timbaúba, é qualitativa e visa apoiar empresários do comércio, serviço e turismo.

“Existe um estímulo que vai vir para economia dessas cidades, que está ligado diretamente às atividades que estão chegando. Produção de vidro plano, produção de automóvel, produção de fármacos, essas atividades estimulam demandas e empregam gente. Gente que ganha salário, vai ao salão, vai fazer feira, é isso que chamamos de efeito renda. Ou seja, aquelas novas atividades estimulam outras, para além da sua cadeia produtiva”, esclareceu a economista Tânia Bacelar.

Por Amanda Meira/Dupla Comunicação

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